Proposta de redação: Violência de gênero nas universidades brasileiras

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A proposta de redação desta semana já está no ar! Envie seu texto até o dia 28 de julho e poderemos publicá-lo corrigido aqui no blog.

Para participar, é preciso criar um perfil de usuário na plataforma Imaginie, selecionar a proposta e seguir as instruções para o envio da redação diretamente pelo site. Os primeiros a se cadastrarem por meio desse link terão direito a uma correção, sempre feita por dois ou mais professores, seguindo os mesmos critérios do EnemO Como Passar em Medicina vai distribuir 10 correções gratuitas por proposta.

ATENÇÃO: Para que sua redação seja publicada no blog, é preciso desenvolver a proposta correspondente à semana em curso! Ou seja, para os textos enviados até o dia 28 de julho, a proposta deve ser a que está descrita abaixo.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Violência de gênero nas universidades brasileiras: como enfrentar esse problema?”, apresentando proposta de intervenção. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

Nas últimas semanas, a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) ganhou destaque nas manchetes dos jornais. As notícias não tratam da excelência do ensino de uma das maiores faculdades da América Latina, mas de uma lista de denúncias de atos violentos que vão muito além das práticas tradicionais de trote – já por si só condenáveis – que as universidades não conseguem banir. Essa lista inclui dez casos de estupro e relatos de tortura, homofobia e racismo. As denúncias causam tanto mais perplexidade por envolverem jovens de educação esmerada, que lhes permitiu ter sucesso num dos vestibulares mais disputados do país. A pergunta é por que esses crimes ocorrem num ambiente acadêmico que deveria ser seguro. (…)

No início de outubro, o Departamento de Educação dos Estados Unidos instaurou, junto com a Polícia Federal americana, uma investigação em 86 universidades, entre elas as renomadas Harvard, Princeton e Califórnia, para apurar negligência da diretoria em casos de abusos sexuais. Lá, toda universidade que recebe financiamento do governo deve cumprir a lei de igualdade de gêneros, que proíbe discriminação sexual na educação e obriga as instituições a investigar relatos de violência. Segundo laudos da investigação, as direções dessas universidades teriam ignorado denúncias de estupro durante a vigência da lei. Assim como no Brasil, a maioria dos casos de estupro aconteceu durante festas universitárias e traze relatos semelhantes aos das vítimas brasileiras, em que o consumo de bebida foi apresentado como justificativa para os crimes. Também nos EUA, as meninas alegam que foram desencorajadas pelas universidades a denunciar os agressores.

 

Disponível em: https://veja.abril.com.br/educacao/o-que-esta-por-tras-da-violencia-dentro-das-universidades/ Acesso em 20 maio 2018 Adaptado

TEXTO II

Combater a violência contra a mulher também é questão de educação. Por isso, algumas universidades têm trabalhado para conscientizar homens e acolher mulheres vítimas de violência motivadas por questão de gênero, especialmente, no Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta quarta-feira, 8. A data marca a luta por direitos iguais.

Dentro dessa perspectiva, a Universidade Estadual do Ceará (Uece) inaugura o Núcleo de Acolhimento Humanizado às Mulheres Vítimas de Violência (NAH). O centro vai atuar como um ponto de apoio jurídico e psicológico para mulheres que tenham sofrido algum tipo de violência dentro da instituição. Lá, elas receberão atendimento e serão orientadas sobre quais providências devem tomar e quais locais devem procurar. (…)

Outra instituição que atua no combate à violência de gênero é a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Durante a recepção dos calouros para o primeiro semestre letivo, na segunda-feira, 6, teve início uma campanha de conscientização dos estudantes. São cartazes e peças publicitárias para veiculação na internet, rádio e TV universitária com o tema “A diversidade nos fortalece. A tolerância nos une”. A campanha segue os preceitos do protocolo de atendimento a mulheres vítimas de violência na universidade, que tem como objetivo garantir a segurança e a qualidade no atendimento das estudantes da instituição.

Disponível em: http://portal.mec.gov.br/ultimas-noticias/222-537011943/45891-combate-a-violencia-de-genero-marca-acoes-de-universidades Acesso em 20 maio 2018 Adaptado

TEXTO III

 (Reprodução/Reprodução)

Disponível em: https://www.vix.com/pt/bdm/abusos-sexuais/estudantes-relatam-violencia-e-abuso-dentro-de-universidades-67-ja-passou-por-isso Acesso em 20 maio 2018



Fonte: Geekie

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